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domingo, outubro 2, 2022

Secretários dizem que governo não envia itens de proteção suficientes

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Secretarias municipais de saúde demonstram preocupação com falta de recursos para o combate ao coronavírus e cobram mais apoio federal.

Em audiência nesta quarta-feira (29), na Câmara, representantes do setor citam a aproximação do pico da pandemia no país.- Em março, o governo liberou, por meio de medida provisória, cinco bilhões de reais.

O presidente do Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde, Willames Freire Bezerra, alerta para a alta do preço dos insumos. Ele lembra que entidades privadas estão ajudando com doações e aponta para a escassez de respiradores.

O integrante do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde, Jurandi Frutuoso, se diz preocupado com as condições dos profissionais da área. Ele cita que, no caso dos aventais hospitalares, por exemplo, seriam necessários mais de 21 milhões. No entanto, o Ministério da Saúde enviou apenas 674 mil.

O mesmo acontece com as máscaras de proteção respiratória. Foram enviadas 1,2 milhão, quando seriam necessárias quase 16 milhões.

O vice-presidente da Associação Médica Brasileira, Diogo Sampaio, menciona o aumento da contaminação entre os próprios profissionais. Diogo Sampaio ressalta que centenas de médicos pelo país tiveram de ser afastados por terem contraído o coronavírus.

O secretário de Desenvolvimento do Ministério da Economia, Gustavo Ene, destaca que grandes empresas estão apoiando a produção de máscaras. Ele acrescenta que o Ministério da Economia está em constante diálogo com a indústria.

Em relação aos respiradores, estados vem tentando acordos com outros países, como a China, para a obtenção do material.

*Com informações do repórter Renan Porto

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